O profeta Isaías nos revela em
seu livro, 55.10-11, a seguinte verdade sobre a eficácia da Palavra de Deus:
“Porque assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”.
Estamos vivendo um momento
histórico onde, graças a tecnologia, nunca se pregou tanto o evangelho de
Cristo quanto nos nossos dias.
Mas, ao refletir sobre a passagem
descrita no livro de Isaías e olhar para seara cristã, no cenário brasileiro e
mundial, me pergunto o porquê o crescimento ainda é tão lento e esporádico.
O Padre Antônio Vieira, famoso
orador português que viveu no século XVII, ao refletir sobre o assunto teceu o
seguinte comentário em seu Sermão da Sexagésima:
“Pregam palavras de Deus, mas não pregam a palavra de Deus. As palavras de Deus, pregadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus; mas pregadas no sentido que nós queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras do Demônio”.
O que estou querendo demonstrar é
que a eficácia da Palavra está no seu correto emprego e não no sentido que
achamos mais conveniente e cômodo, a eficácia da Palavra está na sua totalidade
e não de forma mitigada.
O diabo citou o Salmo 91.11 ao
tentar Cristo pela segunda vez, mas utilizou-a de forma distorcida de seu sentido
original.
Se quisermos experimentar a
eficácia da Palavra de Deus que usemos em seu correto sentido para, só então,
colheremos dos céus os seus abençoados frutos.